Entenda o tempo ideal para permanecer em uma empresa

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Tempo ideal de permanência

Quando o assunto é tempo de permanência em um mesmo emprego, há muitas dúvidas e divergências quanto ao tempo ideal para permanecer em uma empresa.

O que as pessoas mais querem saber é se ficar muito tempo em uma empresa é bom para a carreira e se ficar pouco tempo é ruim para o currículo.

Portanto, se você também possui essas dúvidas e outras relacionadas ao tempo ideal para permanecer em uma empresa, veja a seguir o que é melhor em cada situação.

Por que o tempo de permanência em uma empresa é relevante?

Primeiramente, é importante esclarecer que essa dúvida quanto ao tempo de permanência em um mesmo emprego ocorre pela relevância que isso tem em diversos aspectos da carreira do profissional.

O primeiro deles, senão o mais temido, é o questionamento dos recrutadores.

Quem ficou pouco tempo em uma empresa (1 a 6 meses), é surpreendido com perguntas como: por que ficou tão pouco tempo? O que o fez sair rapidamente do último emprego?

Isso ocorre porque o recrutador quer saber se o candidato fará o mesmo em sua empresa.

Já os que ficaram bastante tempo em um emprego (mais de 5 anos), são surpreendidos com perguntas como: por que saiu de seu último emprego depois de tanto tempo? O que o fez querer sair e deixar para trás tantos anos na empresa?

Nesse caso, os recrutadores tentam identificar algum comportamento ou situação drástica.

Tempo ideal para permanecer em uma empresa: ficar muito tempo é bom?

Algumas pessoas podem achar que ficar muito tempo em um mesmo emprego é bom para a carreira.

Contudo, mais importante do que ficar vários anos na mesma empresa é saber aproveitar todo esse tempo com boas oportunidades.

Sendo assim, vamos desmistificar essa história de quanto mais tempo de permanência em uma empresa, melhor para a carreira.

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Na verdade, se você passar anos no mesmo emprego, sem crescer na empresa, aprender algo novo ou desenvolver habilidades úteis para o mercado, esse tempo de permanência pode ser interpretado como “acomodação”.

Quem se acomoda em um emprego, não se preocupa em sair da empresa, subir de cargo e avançar na carreira.

Logo, permanecer muito tempo na empresa é bom se você aproveitar esse período para crescer profissionalmente.

Tempo ideal para permanecer em uma empresa: ficar pouco tempo é ruim?

Na maioria das vezes, ficar pouco tempo pode sugerir que você é alguém instável e que talvez não queira se comprometer.

No entanto, isso nem sempre é verdade. Às vezes o candidato não obteve boas oportunidades para crescer na empresa e decidiu procurar essas oportunidades no mercado de trabalho.

Logo, ficar pouco tempo na empresa não é ruim, mas pode ser interpretado de uma forma negativa em seu currículo.

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Agora, se você tiver várias permanências pequenas em seu currículo, isso poderá concretizar sua reputação como alguém que não sabe o que realmente quer.

Portanto, se você ficou pouco tempo em uma empresa, tente justificar sua saída da melhor forma possível.

E para não passar por isso novamente, antes de aceitar o emprego, veja se a empresa oferece oportunidades para você crescer profissionalmente.

Qual é o tempo ideal para permanecer em uma empresa?

Isso depende de uma série de fatores. Primeiramente, pouco tempo de permanência pode ser considerado entre 1 a 12 meses. Já bastante tempo em uma empresa pode ser considerado acima de 5 anos.

O ideal é que o profissional saiba desde o início onde está “pisando” na empresa, incluindo se há plano de carreira, oportunidade para crescer e perspectivas para o futuro.

Assim ele evita sair em poucos meses, entre o 1º e o 6º mês de trabalho.

Contudo, se ao longo dos anos o profissional notar que as oportunidades de crescimento na empresa desapareceram e que aquele ambiente não proporciona seu crescimento profissional, não é preciso esperar mais de 5 anos para deixar a empresa.

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Sendo assim, estar entre 2 e 4 anos de permanência em uma empresa é um tempo razoável e relevante, pois não gera nenhum extremo.

Claro que a decisão de manter-se em um emprego deve ser baseada em vários aspectos, como salário, crescimento profissional, satisfação com o trabalho, entre outros.

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